A Chave de Sarah
é um livro maravilhoso, triste como todos que tratam sobre o tema do
holocausto, mas que sempre atraem meu interesse.
Recomendo!
A narrativa
alterna os capítulos entre o passado, 1942, relatando a estória de Sarah,
criança francesa de 11 anos, que é presa com seus pais judeus durante a
batida policial de Ve’ d’Hiv”; e o presente, com Julia, jornalista americana de
45 anos, residente em Paris, que foi designada para pesquisar e produzir uma
reportagem sobre o aniversário desse terrível acontecimento, onde em apenas um
dia, 13 mil judeus foram presos pelos policiais franceses, que extrapolando as
ordens dos alemães prenderam também as crianças de nacionalidade francesa, mais
de 3.000 crianças, exterminados posteriormente em Auschwitz.
A partir de uma
descoberta de Julia, que resolve investigar o desfecho da menina Sarah, o
passado e presente vão se interligando, segredos são revelados, remorso, laços
rompidos e outros construídos onde menos se esperava, além da triste realidade
de um período sombrio na humanidade. Aos poucos vamos descobrindo o segredo da
chave de Sarah.
É uma estória
comovente, marcante, baseada nesse acontecimento tenebroso ocorrido em Paris e
que muitos franceses tentaram encobrir e que faz parte do terror maior que foi
a perseguição dos judeus durante a segunda guerra mundial.
Emoção do início
ao fim, mas o que é um bom livro se não consegui te envolver, mexer com seus
sentimentos, fazer rir e chorar?



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